O empresário Elon Musk, director executivo da Tesla e proprietário da plataforma X (antigo Twitter), voltou a gerar polémica esta quarta-feira, dia 1, ao pedir publicamente aos seus seguidores que cancelem a subscrição da Netflix.
Segundo Musk, a plataforma de streaming estaria a promover uma “agenda woke transgénero” considerada nociva para as crianças e, ao mesmo tempo, a “discriminar pessoas brancas”.
As declarações foram feitas através das suas redes sociais, acompanhadas da partilha de uma charge onde a Netflix surge representada como um “cavalo de Tróia” a infiltrar ideias progressistas no imaginário infantil, uma crítica recorrente entre sectores conservadores.
Pouco depois, o multimilionário reforçou a sua posição ao republicar conteúdos da página conservadora Libs of TikTok, que acusa a Netflix de parcialidade em relatórios de diversidade. Musk foi directo: “Cancelem a Netflix.”
As publicações rapidamente incendiaram o debate no X, e dividiu opiniões.
Se por um lado apoiantes do empresário defendem a existência de um viés ideológico nas produções da plataforma, por outro, críticos acusam Musk de instrumentalizar a sua influência para amplificar discursos de ódio e fomentar polarização.

