“O cineasta angolano Dom Pedro, residente na França, será um dos membros do júri da 21ª edição do Festival Internacional de Cinema e Migração de Agadir, Marrocos, que acontece de 8 a 13 do mês em curso.
A edição de 2025 é organizada em parceria e colaboração com o Conselho Regional de Souss Massa, o Conselho da Prefeitura de Agadir, a Prefeitura Urbana de Agadir, o Conselho da Comunidade Marroquina no Exterior e outros parceiros institucionais públicos e privados.
Sobre o tema ‘migração’, o programa inclui, em concursos oficiais, oito longas-metragens e oito curtas-metragens, com cerca de vinte países representados.
Além de Dom Pedro, participa na categoria de curtas-metragens o angolano Pocas Pascoal. O júri é composto pela jornalista e ativista cultural berbere Amina Bencheikh e pelo jornalista e ator Lauhoucine Echaabi.
Importa referir que o cineasta angolano tem trabalhado ao longo da sua carreira em vários projetos culturais, ganhando notoriedade mundial. Em 2011, conquistou notoriedade mundial com o filme ‘Tango Negro: As Raízes Africanas do Tango’. Dois anos depois, conquistou o Festival Internacional do Cinema Angolano.
Este ano, o festival institui um prémio em homenagem a Paulin Soumanou Vieyra, cineasta e crítico beninense que viveu entre 1925 e 1987. O prémio será entregue por um júri de críticos de cinema presidido por Mohammed Chouika, com a assistência de Ahmed Sijilmassi e Abdelkrim Wakrim.
A edição celebra a magia do cinema em todo o seu esplendor e promete aos seus convidados e ao público em geral uma programação rica e variada, incluindo exibições de filmes em competição no cinema Sahara e fora de competição durante as noites no Cine-plage, destinadas ao público em geral, à beira da emblemática baía de Agadir, encontros artísticos e culturais, workshops temáticos e conferências sobre diversos temas relacionados com a arte e as questões da migração.”

