{"id":5242,"date":"2025-05-12T09:16:20","date_gmt":"2025-05-12T09:16:20","guid":{"rendered":"https:\/\/zango.co.ao\/?p=5242"},"modified":"2025-05-12T09:16:22","modified_gmt":"2025-05-12T09:16:22","slug":"artistas-angolanos-e-estrangeiros-celebram-o-renascimento-da-arte-contemporanea-africana","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/zango.co.ao\/index.php\/2025\/05\/12\/artistas-angolanos-e-estrangeiros-celebram-o-renascimento-da-arte-contemporanea-africana\/","title":{"rendered":"Artistas Angolanos e Estrangeiros Celebram o Renascimento da Arte Contempor\u00e2nea Africana"},"content":{"rendered":"\n<p>Cerca de 72 obras de artes da exposi\u00e7\u00e3o colectiva denominada \u201cAfro Renaissance: Ecos ancestrais, vis\u00f5es actuais\u201d, de 14 artistas angolanos e estrangeiros, expostas, desde quinta-feira, celebram o renascimento da arte contempor\u00e2nea africana e \u00e9 promovida pela Afrikanizm e Face Studio.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cAfro Renaissance: Ecos ancestrais, vis\u00f5es actuais\u201d apresenta-se como um gesto de cria\u00e7\u00e3o e reencontro com a ancestralidade. \u00c9 um espa\u00e7o em que a arte se torna uma linguagem de perten\u00e7a, ferramenta de mem\u00f3ria e transforma\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Na mostra, que decorreu at\u00e9 ontem no Hotel Marina Ba\u00eda Club, na Ilha de Luanda, encontramos obras de artistas angolanos emergentes e conceituados como Adilson Vieira, Blackson Afonso, Davi Dombele, Dannick Bumba, Edilson Peregrino, G\u00e9ge M\u00b4Bakudi, Josu\u00e9 Dombele, Josu\u00e9 Muxito, Neemias Kiala, Paulo Formiga, Resem Verkron, Sapate, Osvaldo Ferreira e do cabo-verdiano Amadeu Carvalho, que exp\u00f5e pela primeira vez em Angola, trazendo uma proposta sobre a cartografia humana negra.<\/p>\n\n\n\n<p>Por sua vez, o artista Osvaldo Ferreira, residente em Portugal, disse que \u201c\u00e9 uma honra expor no pa\u00eds, porque as bases da cria\u00e7\u00e3o que tenho surgem de Angola\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;\u201cAs minhas cria\u00e7\u00f5es s\u00e3o mais sobres interven\u00e7\u00f5es sociais, aquilo que acontece no quotidiano dos angolanos. Uma das obras que trouxe como proposta \u00e9 a quest\u00e3o das enormes filas nas caixas autom\u00e1ticas (ATM)\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Osvaldo Ferreira ressaltou que participou da colectiva com cinco obras de pinturas e todas abordam o quotidiano dos angolanos. \u201cNas minhas obras, trago muito a quest\u00e3o da mulher, sobretudo as mulheres zungueiras, porque hoje \u00e9 quase que a base da fam\u00edlia, lutam diariamente na busca do posicionamento na sociedade\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Na sequ\u00eancia, o respons\u00e1vel da Afrikanizm Art, Jo\u00e3o Boavida, refor\u00e7ou que o \u201cAfro Renaissance\u201d surgiu em Portugal, em 2024, com o prop\u00f3sito de trabalhar num movimento de renascimento e de valoriza\u00e7\u00e3o cultural.<\/p>\n\n\n\n<p>O projecto vem para desafiar os artistas africanos de maneira que tragam estas narrativas, tanto \u00e9 que, na mostra, os criadores trouxeram obras que narram sobre a cultura tchokwe, pan-africanismo, a import\u00e2ncia da mulher na sociedade e pe\u00e7as que retratam a batalha da Rainha Njinga Mbande.<\/p>\n\n\n\n<p>Importa referir que a Afrikanizm Art foi fundada em Agosto de 2021 e \u00e9 a primeira <em>startup<\/em> angolana com impacto social, dedicada \u00e0 promo\u00e7\u00e3o e venda online de arte contempor\u00e2nea africana, que procura responder a uma multiplicidade de necessidades no seio da comunidade art\u00edstica, desde a promo\u00e7\u00e3o dos artistas africanos e do seu trabalho at\u00e9 ao acesso dos amantes da arte \u00e0 arte africana aut\u00eantica e original.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Cerca de 72 obras de artes da exposi\u00e7\u00e3o colectiva denominada \u201cAfro Renaissance: Ecos ancestrais, vis\u00f5es actuais\u201d, de 14 artistas angolanos e estrangeiros, expostas, desde quinta-feira, celebram o renascimento da arte [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":8,"featured_media":5244,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"om_disable_all_campaigns":false,"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"_uf_show_specific_survey":0,"_uf_disable_surveys":false,"footnotes":""},"categories":[9],"tags":[],"class_list":["post-5242","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-culture"],"acf":[],"aioseo_notices":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/zango.co.ao\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5242","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/zango.co.ao\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/zango.co.ao\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/zango.co.ao\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/8"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/zango.co.ao\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=5242"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/zango.co.ao\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5242\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":5243,"href":"https:\/\/zango.co.ao\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5242\/revisions\/5243"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/zango.co.ao\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/5244"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/zango.co.ao\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=5242"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/zango.co.ao\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=5242"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/zango.co.ao\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=5242"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}