Por: Manuel de Jesus
Há o costume da enfatização na celebração e preservação de datas especiais, assim como está a ser para este mês de Março, dedicado às Mulheres. Volta e meia, nos órgãos e vias de comunicação, os temas em abordagens são nada mais, nada menos que o foco acentuado às Mulheres, embora no mesmo mês tem o dia do Pai, aquela figura que também quase sempre, só é reconhecida e valorizada no seu dia.
Flores, versos, poemas e dedicatórias bonitas em quase todos, senão dizer mesmo em todos os órgãos e meios de comunicação ver-se-á. E assim também acontece com as criancinhas, são mais valorizadas em Junho. Cada coisa no seu devido lugar e ao seu tempo.
Jesus tem estado de olho à algumas atitudes que constituem violência contra e praticada por Mulheres, assim com foi o caso da Tia que cortou os países baixos do seu esposo, na sequência de um desentendimento entre ambos.
Um outro caso foi o da jovem que teve a cara toda desfigurada, por um corte perpetuado por outra mulher, com um caco de garrafa, que antes foi partida na cabeça da mesma, por motivos de ciúmes. A rainha da sucata, apercebeu-se de que o homem dela, no passado teve uma relação conjugal maravilhosa, com uma outra dama, mas como não era conto de Fada, teve um fim triste.
O caso que trouxe a expressão; “em pleno Março Mulher”, foi o de um jovem que aparece a desferir três (3) mbaias (entenda-se chapadas), numa mboa “cafiningó” e “capiquena”.
O homem, descrito como sendo de grande porte físico, que tem o hábito de bater na parede, seja massa (dinheiro) ou argamassa (o concreto da mistura de cimento, areia e água), resolveu bater na cara.
A cena foi motivada por um desentendimento entre ambos num recinto, onde a felicidade é o bem comum.
Nas imagens que circulam nas redes sociais, o Hulk aparece a desferir três “galhetas” na querida Barbie.
A situação começou a gerar fortes indignações pública, sobretudo pela desigualdade física entre os envolvidos e o caso ganhou maior repercussão por ocorrer no mês de Março, conhecido como o “Março Mulher”, período dedicado à valorização e defesa dos direitos das mulheres.
E como é o ditado; “Quem tem o “furico”, tem medo”. O nosso valentão não está isento disso, deu “lengueno”, meteu-se em fuga, agora está “toté”, a borrar-se na calças, com medo da mão pesada dos tios do SIC e do Kota do Ministério Público que vai bater o martelo, por ele ter batido na cara.
O valentão tem na consciência que pelo acto macabro, a “cuso” lhe espera de braços abertos.
Jesus sabe que diante da situação, multiplicam-se os apelos para a intervenção dos Papoites dos Serviços de Investigações Criminais, com vista à localização e audição do Grandalhão.
Quando Jesus está de olho, tem advertido que a agressão física constitui crime e este caso volta a levantar preocupações sobre a violência contra as Mulheres, reforçando a necessidade de responsabilização dos envolvidos
Por outro lado, muitas “mboas” têm muita boca (permitam a expressão), embora não justifique a atitude do Grandalhão, mas que sirva de lição para as demais, que somos iguais perante a Ngana Nzambi, mas do ponto de vista carnal, somos diferentes: “Homem é homem e Mulher é mulher.
As “Eu também sou outra malandra”, não podem ser galhetadas em Janeiro, por ser o mês da fome.
Não podem ser galhetadas em Fevereiro, por ser o mês do amor.
Não podem ser galhetadas em Março, por ser o mês Delas.
Não podem ser galhetadas em Abril, por ser o mês da paz.
Não podem ser galhetadas em Maio, por ser o mês de Maria.
Não podem ser galhetadas em Junho, por ser o mês das crianças…
Esse moço, não podia esperar até Julho?
Acredita-se que o Hulk que agrediu a Cinderela no bar, pode enfrentar consequências sérias na vida profissional. Dizem que ele meteu o pão do mata-bicho no gasóleo.
O caso não levanta apenas questões sobre violência, mas também sobre as consequências legais e sociais que podem surgir desse tipo de comportamento, esse factor pode impactar diretamente o futuro do “Mão Leve”, ao mesmo tempo “Pesada”, especialmente na procura de emprego.
O caso reforça a importância de comportamentos responsáveis e do respeito às leis, uma vez que atitudes impulsivas podem ter consequências duradouras.
Mas, como isso é Angola, o pão dele não estará bem emergido no gasóleo, pelo porte físico e atitudes agressivas, ainda pode ser contratado como Segurança, ele é bom de dar galhetas!
Jesus, Está De Olho!

